“ O diretor técnico do Sebrae/Ce, Alci Porto, informa via Twitter, dados repassados pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho, que mostram que em 2002 as classes A e B participavam com 58% na renda média nacional. Em 2010, esse percentual virou e as famílias das classes C e D passaram a participar com 59%. Em 2002, o Bolsa família impactava 0,2% do PIB do País, em 2009 esse impacto já é de 0,4% do PIB. O positivo é a emancipação destas famílias.
“Acesso a crédito para as pequenas empresas é um dos grandes desafios do Brasil do futuro." diz Luciano Coutinho. "
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